Visualização de veias superficiais
Pode evidenciar determinados vasos que não estão claramente aparentes na superfície da pele.
Entenda como a tecnologia auxilia na visualização de veias superficiais e no planejamento de tratamentos para varizes e vasinhos.
A realidade aumentada vascular é uma tecnologia utilizada para auxiliar na visualização de determinadas veias localizadas abaixo da superfície da pele.
O equipamento capta o padrão dos vasos superficiais por meio de luz próxima do infravermelho, processa a imagem e projeta o trajeto das veias diretamente sobre a pele.
Dessa forma, o médico pode observar em tempo real veias reticulares, ramos superficiais e possíveis vasos relacionados aos vasinhos aparentes.
A tecnologia é um recurso complementar. Ela não substitui a consulta, o exame físico ou o ultrassom Doppler quando esses recursos são indicados.
A luz próxima do infravermelho é direcionada para a região que será examinada. A hemoglobina presente no sangue absorve parte dessa luz, enquanto os tecidos ao redor apresentam um comportamento diferente.
O equipamento capta esse contraste e cria uma imagem digital do padrão vascular superficial.
Em seguida, a imagem é projetada sobre a própria pele, permitindo acompanhar o trajeto de determinados vasos enquanto o médico movimenta o equipamento.
A tecnologia pode auxiliar em diferentes etapas da avaliação e do planejamento de procedimentos em veias superficiais.
Pode evidenciar determinados vasos que não estão claramente aparentes na superfície da pele.
Permite acompanhar o percurso de veias reticulares e ramos superficiais na região tratada.
Pode auxiliar na localização de veias superficiais relacionadas a determinados conjuntos de vasinhos.
O trajeto dos vasos selecionados pode ser marcado antes de uma aplicação, laser ou microcirurgia.
A projeção pode permanecer visível durante algumas etapas do procedimento realizado pelo médico.
As informações visuais podem ser combinadas com o exame físico e outros recursos utilizados na avaliação vascular.
Alguns vasinhos aparentes podem estar relacionados a veias reticulares ou pequenos ramos superficiais localizados abaixo da pele.
Esses vasos são frequentemente chamados de veias nutridoras por estarem associados ao conjunto de telangiectasias observado na região.
Quando uma veia relacionada é identificada, o médico avalia se ela também precisa fazer parte do planejamento do tratamento.
A abordagem pode envolver laser vascular, escleroterapia, microcirurgia ou uma combinação de técnicas.
Aplicação utilizada no tratamento de vasinhos, telangiectasias e pequenos vasos selecionados.
Tecnologia aplicada através da pele em vasos superficiais selecionados.
Procedimento para retirada de determinados ramos varicosos por pequenas incisões.
Conheça as diferentes opções avaliadas conforme o tipo e o calibre das veias.
O recurso pode ser utilizado quando a visualização das veias superficiais contribui para o planejamento ou a realização do procedimento.
A projeção pode auxiliar na identificação do trajeto dos vasos que serão avaliados para o tratamento com laser.
Conheça o laser vascularPode contribuir para a visualização de veias reticulares relacionadas aos vasos que serão tratados.
Conheça a escleroterapiaPode auxiliar na marcação de determinados segmentos venosos superficiais antes do procedimento.
Conheça a microcirurgiaNão. Embora todos possam fazer parte da avaliação vascular, cada recurso fornece informações diferentes.
Capta o padrão vascular superficial e projeta uma imagem digital sobre a pele em tempo real.
Utiliza uma fonte de luz sobre ou próxima à pele para criar contraste e auxiliar na visualização de vasos superficiais.
Entenda o fleboscópioProduz imagens dos vasos e permite avaliar o fluxo sanguíneo, refluxos, obstruções e alterações em veias superficiais e profundas.
Entenda o Doppler vascularA realidade aumentada auxilia na visualização do padrão de veias superficiais, mas não deve ser utilizada isoladamente para diagnosticar doenças da circulação.
A tecnologia não avalia adequadamente o funcionamento das válvulas venosas, o refluxo, as veias profundas ou uma possível trombose.
Quando existe necessidade de avaliar o fluxo sanguíneo ou estruturas mais profundas, o médico pode indicar o ultrassom Doppler vascular.
A resposta ao tratamento depende do tipo de vaso, da técnica utilizada e das características de cada paciente.
Na LegCare, a avaliação e o planejamento dos tratamentos são realizados por especialistas em angiologia e cirurgia vascular.
Médico angiologista e cirurgião vascular, com atuação em cirurgia vascular e Ecografia Vascular com Doppler.
CRM-SP 106.981 | RQE 95.110
Conhecer o Dr. MarceloMédica angiologista e cirurgiã vascular, com atuação no tratamento de varizes, vasinhos e doenças venosas.
CRM-SP 104.573 | RQE 108.173
Conhecer a Dra. RaissaAgende uma consulta para avaliar seus vasos e identificar quais tecnologias e tratamentos podem ser indicados.
Atendimento na Avenida Santo Amaro, 1047, salas 1805 e 1806, Vila Nova Conceição, São Paulo.
Confira respostas sobre o funcionamento, as aplicações e as limitações dessa tecnologia.
É uma tecnologia que utiliza luz próxima do infravermelho para captar o padrão de veias superficiais e projetar a imagem processada sobre a pele.
Pode auxiliar na visualização de veias superficiais, na identificação de seu trajeto e no planejamento de determinados procedimentos vasculares.
Pode auxiliar na visualização de determinadas veias reticulares e superficiais relacionadas aos vasinhos.
Não. O Doppler avalia o fluxo sanguíneo e o funcionamento das veias, enquanto a realidade aumentada auxilia principalmente na visualização de vasos superficiais.
Pode ser utilizada como recurso complementar para visualizar determinados vasos antes ou durante o planejamento da aplicação.
Sim, em determinados protocolos ela pode auxiliar na identificação dos vasos considerados para o tratamento com laser.
Não. A investigação de trombose exige avaliação médica e, quando indicado, ultrassom vascular com Doppler.
Não existe garantia de resultado. A tecnologia auxilia na visualização e no planejamento, mas a resposta depende do tipo de vaso, da técnica e das características do paciente.